
NASCI, mas me sentia tão só...
VIVIA, desde então, velejando com o bom vento,
REMAVA, para não encarar tempetades,
MORRIA, quando percebia que não era de rosas o mar.
BUSCAVA, a tua face em meus desalentos,
SOFRIA, pois nunca te encontrava,
SONHAVA, com o dia em que tu, por tua própria conta me encontraria,
REVIVI, por causa deste ideal.
Mas vagara por muito tempo,
Porque o tempo para mim, era demasiadamente GRANDIOSO,
Parecia a eternidade azul,
Sem inicio e sem fim...
Minha dor era constante,
Como o vai e vem das vagas espumantes...
Minha escuna era vazia e fria,
Para tentar esquecer de mim, fui para as águas do litoral,
Eu não sei bem como minha silueta é,
Mas sei que naqueles dias eu era tudo...Tudo.
Foi assim que eu te encontrei...meu amor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário